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Antes de chegar ao limite: quando cuidar também é uma forma de estar presente

Francieli Provenzi Bianchet
Francieli Provenzi Bianchet
11 de setembro de 2026· 1 min de leitura· 67 visualizações
Antes de chegar ao limite: quando cuidar também é uma forma de estar presente
E se a gente aprendesse a cuidar de si antes de chegar ao limite? Essa foi uma das principais reflexões que ficaram depois de um momento especial que vivemos aqui na Viener durante o Setembro Amarelo.
Com o propósito de abrir espaço para a conversa sobre saúde mental, autocuidado e acolhimento, a gente reuniu todos os nossos colaboradores para uma palestra com a psicóloga Franciele Vizotto. O tema: "Antes de chegar ao limite: pequenos cuidados que fazem a diferença". Mais do que passar informação, era um convite para parar por alguns instantes, olhar para dentro e lembrar de algo que, na correria do dia a dia, a gente acaba esquecendo: nós também precisamos de cuidado.
Vivemos em uma rotina que cobra produtividade, resultados e disposição. Temos compromissos, responsabilidades, metas e desafios que fazem parte da vida. Mas nem todos os dias são iguais. Existem dias em que estamos bem e outros em que precisamos de um pouco mais de tempo, descanso ou apoio. Reconhecer isso não nos torna menos fortes. Pelo contrário: reconhecer nossos sentimentos e nossos limites é um importante ato de autocuidado.
Muitas vezes, a gente espera chegar ao próprio limite para perceber que precisava ter parado antes.
Durante o encontro, Franciele trouxe essa reflexão com clareza: muitas vezes, esperamos chegar ao nosso limite para perceber que precisávamos ter parado antes. E talvez cuidar da saúde mental também seja aprender a perceber os sinais enquanto ainda há tempo.
Uma das mensagens mais importantes desse momento foi entender que o cuidado também acontece nas relações. Às vezes, alguém próximo não precisa de uma solução. Precisa apenas ser ouvido. Um simples "você está bem?", quando feito com verdadeira atenção, pode abrir espaço para uma conversa que alguém estava precisando ter. Por isso, falar sobre saúde mental também é falar sobre empatia. É aprender a olhar para além do que aparece, compreender que cada pessoa carrega suas próprias histórias e que nem sempre sabemos quais batalhas estão sendo enfrentadas em silêncio.
Cuidar de alguém pode começar com algo bem simples: uma escuta genuína, uma pausa, um gesto de atenção.
O Setembro Amarelo é um importante lembrete, mas o cuidado com a saúde mental não deve ficar restrito a um mês do ano. Aqui na Viener, esse encontro reforçou a importância de construirmos, juntos, um ambiente onde as pessoas possam se sentir acolhidas, respeitadas e ouvidas. Porque uma empresa é feita de pessoas. E cuidar das pessoas também significa olhar para aquilo que não aparece nos números, nas metas ou nos resultados: sentimentos, histórias, sonhos, dificuldades e conquistas.
Que a gente aprenda a perceber os sinais. A respeitar os próprios limites. A pedir ajuda quando necessário. E, principalmente, a olhar para o outro com mais atenção e humanidade. Porque cuidar antes de chegar ao limite pode começar com algo pequeno. Uma pausa. Uma conversa. Uma escuta. Um gesto. E, às vezes, é justamente esse pequeno cuidado que faz toda a diferença.
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Francieli Provenzi Bianchet

Sobre Francieli Provenzi Bianchet

Analista de Recursos Humanos

Francieli é formada em Administração de Empresas, especialista em Gestão de Pessoas e, atualmente, pós-graduanda em Liderança. Há 5 anos, faz parte da equipe de colaboradores da Viener, uma trajetória marcada por aprendizados, desafios e oportunidades de crescimento. Traz não apenas experiência profissional, mas também vontade de compartilhar conhecimento e contribuir para a área, bem como mudanças e novidades do setor de Recursos Humanos.